O astigmatismo é devido a uma imperfeição da córnea do olho. Isto é, a córnea não é esférica como no olho normal. A imagem que se forma na retina é pouco nítida. Este defeito da visão corrige-se com lentes cilíndricas.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Hipermetropia
A hipermetropia é a dificuldade de ver ao perto, que se manifesta quando o cristalino é pouco convergente.
Devido a este facto, a imagem dos objectos forma-se para lá da retina pelo que se vê sem nitidez.
A hipermetropia pode corrigir-se com lentes convergentes.
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Miopia
A miopia é a dificuldade de ver ao longe, que se manifesta quando o cristalino é demasiado convergente. Devido a este facto a imagem dos objectos forma-se antes da retina pelo que se vê sem nitidez. A correcção da miopia é feita com lentes divergentes. Uma lente divergente adaptada ao olho míope permite diminuir a convergência do cristalino. A imagem passa a formar-se na retina e a visão torna-se nítida.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Lentes convergentes e divergentes e a sua utilização na correcção das doenças hipermetropia e miopia
Este vídeo mostra de uma maneira simples a distinção entre uma lente convergente (ou convexa) e uma lente divergente (ou côncava), bem como, explica algumas das suas características.
Por fim, explica como são feitas as correcções nas doenças de visão mais conhecidas como a hipermetropia e a miopia.
sábado, 2 de abril de 2011
Como é que luz entra nos olhos?
Os nossos olhos são detectores de luz e têm diferentes materiais transparentes na sua constituição.
A luz que provém dos objectos atravessa a córnea, passa através de um orifício – a pupila – e chega ao cristalino, que é uma lente convergente. O cristalino muda o trajecto da luz, produzindo na retina, que contém células sensíveis á luz, uma imagem invertida e mais pequena. As ramificações do nervo óptico que chegam à retina enviam sinais ao cérebro, que interpreta a imagem, permitindo-nos ver os objectos como realmente são.
A luz que provém dos objectos atravessa a córnea, passa através de um orifício – a pupila – e chega ao cristalino, que é uma lente convergente. O cristalino muda o trajecto da luz, produzindo na retina, que contém células sensíveis á luz, uma imagem invertida e mais pequena. As ramificações do nervo óptico que chegam à retina enviam sinais ao cérebro, que interpreta a imagem, permitindo-nos ver os objectos como realmente são.
terça-feira, 1 de março de 2011
Por que é que Plutão já não é um planeta?
Com a evolução da ciência os conceitos para estruturar o conhecimento do mundo vão também evoluindo. O conceito de planeta também sofreu alterações e é por isso que hoje Plutão já não é um planeta principal, mas sim, um planeta-anão.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Como medir um raio duma trovoada
É possível determinar a distância a que foi produzido um determinado relâmpago de uma tempestade.
Para isso tem de saber que a velocidade do som é cerca de 340 m/s e que a distância (d) se relaciona com a velocidade(v) e o tempo(t), isto é, d = v.t
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