A luz que provém dos objectos atravessa a córnea, passa através de um orifício – a pupila – e chega ao cristalino, que é uma lente convergente. O cristalino muda o trajecto da luz, produzindo na retina, que contém células sensíveis á luz, uma imagem invertida e mais pequena. As ramificações do nervo óptico que chegam à retina enviam sinais ao cérebro, que interpreta a imagem, permitindo-nos ver os objectos como realmente são.
sábado, 2 de abril de 2011
Como é que luz entra nos olhos?
A luz que provém dos objectos atravessa a córnea, passa através de um orifício – a pupila – e chega ao cristalino, que é uma lente convergente. O cristalino muda o trajecto da luz, produzindo na retina, que contém células sensíveis á luz, uma imagem invertida e mais pequena. As ramificações do nervo óptico que chegam à retina enviam sinais ao cérebro, que interpreta a imagem, permitindo-nos ver os objectos como realmente são.
terça-feira, 1 de março de 2011
Por que é que Plutão já não é um planeta?
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Como medir um raio duma trovoada
É possível determinar a distância a que foi produzido um determinado relâmpago de uma tempestade.
Para isso tem de saber que a velocidade do som é cerca de 340 m/s e que a distância (d) se relaciona com a velocidade(v) e o tempo(t), isto é, d = v.t
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Sopro Mágico
Erlenmeyer;
Palhinha;
Solução saturada de hidróxido de cálcio;
Fenolftaleína;
Agua destilada.
Procedimento:
1º - Colocar num copo de precipitação cerca de 20 ml de solução saturada de hidróxido de cálcio.
2º - Adicione a esta solução 2 ou 3 gotas de fenolftaleína.
3º - Com a ajuda da palhinha sopre para a solução e observe o que acontece.
Nesta experiência podemos verificar a reacção do dióxido de carbono com uma solução saturada de hidróxido de sódio (água de cal).
O dióxido de carbono é um gás incolor ligeiramente solúvel em água que, em contacto com esta, forma o ácido carbónico H2CO3 que altera o pH da solução deixando-a ácida.
O indicador ácido-base, fenolftaleína, que se torna carmim em meio básico ou alcalino, o que acontece com a água de cal, irá mudar a sua cor à medida que a solução ficar mais ácida.
O indicador fenolftaleína é incolor em meio ácido e facilmente a solução muda a sua cor de carmim para incolor apenas com um "sopro mágico".
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Teste a sua audição!
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Decomposição da água oxigenada (peróxido de hidrogénio)
Existem vários exemplos de catalisadores, tais como os metais de transição, os óxidos de metais de transição e as enzimas existentes nos organismos orgânicos.
A velocidade da reacção química é aumentada e este facto é comprovado pela libertação intensa de gás oxigénio após a adição de dióxido de manganês à água oxigenada, que não se verifica quando esta se decompõe espontaneamente apenas sob a acção da luz.
sábado, 9 de outubro de 2010
Pasta de dente de elefante
As soluções de peróxido de hidrogénio são instáveis, apresentando uma decomposição lenta à temperatura ambiente, com formação de água e oxigénio.
2 H2O2(aq) --> 2 H2O(l) + O2(g)
A reacção de decomposição pode ser acelerada por aquecimento ou ainda à temperatura ambiente na presença de um catalisador. Uma grande variedade de catalisadores poderão ser utilizados na decomposição do peróxido de hidrogénio como por exemplo dióxido de manganês ou iodeto de potássio, entre outros. Nesta demonstração vai-se utilizar iodeto de potássio. Para evidenciar a velocidade de libertação de oxigénio vai-se adicionar umas gotas de detergente líquido ao peróxido de hidrogénio antes de se adicionar o catalisador.
A cinética da reacção é dada pelas seguintes equações:
H2O2 (aq) + I- (aq)--> H2O (l)+ IO- (aq)
H2O2 (aq)+ IO- (aq)--> H2O (l)+ O2 (g)+ I- (l)
• Numa proveta com 5 ml de água oxigenada a 30% de volume junte um pouco de detergente de lavar roupa.
• De seguida, adicione um corante e finalmente uma pequena quantidade de iodeto de potássio.