"A percepção do desconhecido é a mais fascinante das experiências. O homem que não tem os olhos abertos para o misterioso passará pela vida sem ver nada."
Albert Einstein
As ondas gravitacionais resultam de eventos astronómicos
cataclísmicos, como a colisão de buracos negros. Tal como a queda de uma pedra
num lago produz vários arcos, as ondas gravitacionais deformam o ‘tecido’ do
espaço-tempo e, consequentemente, os objetos que o atravessam.
Uma definição comum de plasma é descrevê-lo como o quarto estado da matéria. Normalmente dizemos que existem três estados da matéria: sólido, líquido e gasoso. Para um elemento comum, como a água, estes três estados são: gelo, água e vapor. A diferença entre estes três estados está associada aos seus níveis de energia. Quando adicionamos energia na forma de calor ao gelo, ele derrete e forma água. Ao adicionarmos mais energia, a água evapora-se em hidrogénio e oxigénio na forma de vapor. Ao adicionar mais energia ao vapor, estes gases tornam-se ionizados. O processo de ionização faz com que os gases (hidrogénio e oxigénio) se tornem condutores de eletricidade. Este gás, eletricamente condutor e ionizado, chama-se plasma.
O Buraco Negro é uma área situada no espaço em que o campo gravitacional é extremamente forte. Em função desta característica a luz não consegue refletir ou escapar do seu interior, por isso a região fica toda negra (sem luz).
“O Hubble captou novas
imagens e a NASA partilhou-as com o mundo num filme rápido e ultra definido de
um minuto. E há revelações sobre a mítica mancha vermelha de Júpiter.
As novas imagens de Júpiter,
captadas pelo telescópio espacial da NASA Hubble, confirmam que a denominada
“Grande Mancha Vermelha” estará mesmo a diminuir de tamanho.
Desde que há registos da
superfície do planeta que se sabe da existência desta mancha formada por um
furacão com ventos de 530 quilómetros por hora e com uma dimensão superior à de
três planetas Terra. Desde o ano passado, encolheu cerca de 240 quilómetros.
Existente há pelo menos 300 anos,
a mancha, além de estar a diminuir de tamanho, está também a sofrer alterações
de cor, estando a ganhar um tom mais alaranjado - mas a velocidade dos seus
ventos mantém-se estável.
Através das imagens de ultra alta
definição 4K, a NASA criou também um vídeo que mostra o planeta em rotação. O
Hubble foi lançado em abril de 1990. Júpiter é um planeta gasoso, o maior do
sistema solar.”